Orlândia recebe “Madame Buttlerfly” no fim de julho

Orlândia recebe “Madame Buttlerfly” no fim de julho

A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo dá continuidade à temporada 2016 de seu Programa de Circulação de Óperas, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo, com espetáculo “Madame Butterfly – a ópera contada e cantada”, da Companhia de Ópera Curta. A apresentação será no dia 31 de Julho, com sessão gratuita, às 20h, no Teatro Municipal “Professora Maria José Beltrami Bordin”. A classificação é acima de 10 anos. Outras informações pelo telefone: 3820-8153.

O objetivo é apresentar espetáculos na linguagem da ópera para pessoas que têm pouco ou nenhum acesso ao gênero. A interiorização do projeto permite o fomento, a formação e a difusão da cultura, ampliando o acesso a atividades artísticas de excelência.

A ópera “Madame Butterfly- a ópera contada e cantada” é baseada na ópera homônima – Madama Butterfly – de Giacomo Puccini (1858 – 1924). Na versão original, Cio-Cio San (Madama Butterfly) matou-se segundos antes de Pinkerton, em desespero alucinado, gritar seu nome ao chegar à sua casa em Nagasaki, para onde fora determinado a acolher seu filho e da jovem japonesa, levando-o para os Estados Unidos.

Nesta montagem, a Companhia de Ópera Curta apresenta os principais trechos musicais da ópera, ligados por um texto de teatro. A concepção do espetáculo é assinada por Cleber Papa e Rosana Caramaschi. O responsável pela direção musical, assim como pela adaptação das partituras originais é  do maestro Luís Gustavo Petri.

 

Sinopse

Em 1903, Pinkerton retorna a Nagasaki e leva seu filho Jonathan para os Estados Unidos onde mora com sua esposa Kate. Desde que retornou do Japão com o filho, o oficial da Marinha passou a beber de forma incontrolável, sem qualquer sucesso nos tratamentos que fez para se curar deste vício. Por esta razão, foi afastado do serviço ativo na Marinha.

Em 1909, Pinkerton viaja com Kate para a Flórida, onde deveriam participar de uma comemoração na base militar. Dirigindo embriagado, seu estado natural nos últimos anos, provoca um acidente em que seu carro capota. O casal morre.

Sharpless, a estas alturas cônsul na Itália, porém mantendo laços afetivos com a família e, principalmente com a trajetória do garoto, não vê alternativa que não tornar-se seu tutor e dar a ele uma base familiar na Europa.

Em 1928, Sharpless e Jonathan retornam à Florida. O espetáculo Madame Butterfly começa aqui. Na capela em que foram velados Benjamim e Kate Pinkerton, Jonathan e Sharpless conversam. O cônsul foi promovido a embaixador e sua próxima base será no Japão, o país onde nasce o sol.

Com entusiasmo, Jonathan, agora com 27 anos, vê nesta nova etapa de sua vida a oportunidade para conhecer Nagasaki e a história de sua mãe. Quando chegam à casa onde nasceu, encontram Suzuki e sua filha Mussumê. Filha dela e de Goro, o casamenteiro, com quem Suzuki acabou se casando. Com Goro também falecido, a Jonathan cabe conhecer a versão da história de sua mãe através dos três personagens que, à sua maneira, viveram partes desta narrativa. Ele próprio obrigado a ver dimensões que jamais imaginou serem possíveis.

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