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Sicredi encerra 2015 com resultado de R$ 1,4 bilhão

Crédito (8,1%), poupança (14,8%), ativos (14%) e patrimônio líquido (21%), entre outros desempenhos, também apresentaram crescimento

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,2 milhões de associados – anuncia o resultado financeiro combinado de 2015. O crescimento dos ativos (14%) aliado à evolução dos indicadores de eficiência contribuiu para o resultado recorde de R$ 1,4 bilhão. Desse total, R$ 1,2 bilhão são sobras líquidas e R$ 272 milhões são pagamento de juros ao capital.

Segundo Edson Georges Nassar, CEO do Banco Cooperativo, da Confederação e da Fundação Sicredi, 2015 foi um ano de desafios superados. “O Sicredi construiu pilares sólidos, com foco na governança, gestão de pessoas e geração de valor. As entregas realizadas no período mostram nossa evolução como instituição”, afirma o executivo.

“Conseguimos aumentar em 14,8% os volumes de depósito em poupança, frente a uma retração do mercado em geral (-1%), 29% mais contratações de seguros, aumento de 26,9% na carteira de consórcios e incremento de 42,2% nas movimentações no negócio de emissão e adquirência de cartões em relação ao ano anterior”, acrescenta Nassar.

Com relação aos ativos, em 2015 o Sicredi teve um aumento de 14% se comparado a 2014, totalizando R$ 52,5 bilhões – de 2009 a 2015, o incremento equivale a 224,1%. Já o patrimônio líquido da instituição mostrou expansão de 21%, atingindo R$ 8,1 bilhões em dezembro de 2015.

O capital social subiu 17,3% e as reservas 28,7%, alcançando R$ 4,1 bilhões e R$ 3,7 bilhões, respectivamente. A base de associados das Cooperativas do Sicredi superou a marca de 3,2 milhões no ano, com alcance de 1.394 pontos de atendimento em 1.083 municípios brasileiros, sendo que em 21% deles (223) o Sicredi é a única instituição financeira.

Nassar acredita no crescimento do cooperativismo de crédito no Brasil e a instituição investe na ampliação da atuação nacional em 2016, com a filiação da quinta Central Regional, a Unicred Central Norte/Nordeste ao Sistema Sicredi, atingindo um total de 20 Estados (atualmente, o Sicredi atua em 11).

Ciclo 2011-2015

O ano de 2015 marcou também o fim de um ciclo estratégico (iniciado em 2011), no qual o Sicredi manteve crescimento contínuo, na ordem de 19,2% de aumento médio dos ativos. Durante o período, os destaques ficam por conta do crescimento das operações de carteira de crédito (19,5% ao ano), depósitos (19% ao ano) e patrimônio líquido (22,2% ao ano). O novo ciclo que começa em 2016 vai até 2020. “Mesmo com o cenário econômico atual, o Sicredi está pronto para executar o novo ciclo, projetando sucesso e expansão para consolidar a presença nacional e evoluir ainda mais com meta de conquistar um mercado que oferece espaço para o cooperativismo de crédito”, explica Nassar.

Crédito
A carteira de crédito do Sicredi em 2015 chegou a R$ 30,6 bilhões em dezembro de 2015, um aumento de 8,1% em relação ao mesmo período do ano anterior (dezembro/2014 versus dezembro/2015).

No Crédito Fácil, financiamento pré-aprovado, foram R$ 5,7 bilhões em limites, atendendo mais de 1,2 milhão de associados beneficiados. Já o crédito comercial teve crescimento no período de 7,3%, percentual acima da média de crescimento do mercado (de 3,7% no último ano) em recursos livres. A carteira do Sicredi alcançou nesta modalidade R$ 16,6 bilhões. No microcrédito foram liberados R$ 34,6 milhões.

A carteira de crédito do Sistema Sicredi é composta por 72,6% de pessoa física, dos quais 73,8% são concentrados no público rural, carteira com risco relativamente baixo quando comparada às demais.

Crédito Rural

A carteira de Crédito Rural e Direcionados do segmento Agro representa atualmente 45,9% da carteira total da instituição e cresceu 9,1% em 2015, atingindo R$ 14 bilhões, garantindo o atendimento de mais de 100 mil associados. Na Safra 2015/2016, o Sicredi aplicou até o momento R$ 6,2 bilhões no crédito rural, distribuídos em 122 mil operações de custeio, comercialização e investimento.

Até o final da safra atual, o Sicredi estima repetir o bom desempenho da anterior, totalizando aproximadamente R$ 8,9 bilhões aplicado no agronegócio, sendo R$ 7,3 bilhões dos recursos na carteira de rural e R$ 1,6 bilhões em crédito direcionados via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

“O Sicredi foi o agente financeiro que liberou o maior volume de crédito em operações do Pronaf com recursos do BNDES no Plano Safra 2014/2015”, ressalta Nassar. No Sicredi, 28% dos recursos de crédito rural foram destinados ao Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), em 2015 (R$ 2,6 bilhões), sendo que 65% do número de operações referem-se ao mesmo programa.

Inadimplência

A inadimplência, em consequência do cenário econômico em que o País se encontra, fechou 2015 com um índice de 2,40%, ante 1,99% no mesmo período de 2014.  Ainda assim, no Sicredi o índice fica abaixo da média nacional, cuja taxa de inadimplência calculada pelo Banco Central saiu de 2,7% (dezembro/2014) para 3,4% (dezembro/2015).

Outros destaques

  • Serviços: registraram crescimento de 14%;
  • Ampliação do portfólio de produtos e serviços, que atingiu mais de 300 soluções;
  • Consórcios: superou a marca de R$ 7,7 bilhões em carteira ativa de créditos em consórcios, com registro de mais de 150.211 cotas administradas, ocupando assim a 8ª posição entre as 186 administradoras de consórcios autorizadas a operar no Brasil, conforme o Banco Central;
  • Cartões: expansão do portfólio de produtos, com 12 variantes, atendendo uma pluralidade de associados, com 100% de abrangência do território nacional.

Relatório de Sustentabilidade 2015

Seguindo a política de transparência junto aos associados e alinhado as melhores práticas de gestão, o Sicredi apresenta neste mês de março, além do resultado combinado de 2015, o Relatório de Sustentabilidade 2015.

Pelo quarto o ano consecutivo, a publicação segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), organização responsável pelo padrão de relato de sustentabilidade mais adotado por organizações em todo o mundo. A prestação de contas está estruturada em torno dos temas materiais para o Sicredi: satisfação e confiança do associado, modelo de gestão, alinhamento dos colaboradores à cultura cooperativa, desenvolvimento local e regional, tecnologia para o relacionamento com o associado e critérios socioambientais para a concessão de crédito.

O relatório está disponível no site www.sicredi.com.br.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3,2 milhões de associados e 1.400 pontos de atendimentos, em 11 estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A.-, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo, que controla uma Administradora de Bens, uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.

 Mais informações estão disponíveis em https://www.sicredi.com.br/

 * Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

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RecentesSaúde

Vacinação contra a gripe começará no dia 30 de abril em São Joaquim da Barra

A campanha nacional contra a gripe vai ter início no dia 30 deste mês. Todas as unidades de saúde estarão abertas para atender a população e aplicar as doses. Deverão ser vacinadas as crianças de 6 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias, as gestantes, as puérperas até 45 dias, ou seja, mulheres que ganharam bebê, os idosos acima de 60 anos, profissionais da área da saúde e sistema prisional e os portadores de doenças crônicas (coração, respiratória, diabetes, HIV, transplantados e pacientes que estão realizando quimioterapia). Em São Joaquim da Barra, depois do dia D, a campanha será realizada de 02 a 30 de maio na sala de vacina (centro), no PSF do João Paulo II (sala de vacina) e no trailer da saúde na praça sete de setembro. Esse grupo já receberá a vacina da gripe e do H1N1. A equipe de saúde pede que as pessoas levem a carteira de vacinação, a carta médica ou receita de medicamentos em uso.

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Casa & DécorRecentes

UM POUCO SOBRE ILUMINAÇÃO

Ela faz toda diferença no ambiente, confira as dicas que podem ajudar na hora de escolher a que melhor se encaixa à sua casa

Por Adriana Mattos Dipe Garcia – Arquiteta

@adrianadipearq

 Um bom projeto de decoração está, invariavelmente, ligado a um bom plano de iluminação. E, para pensá-lo adequadamente, é essencial ter o “layout” de cada ambiente e determinar claramente o objetivo do espaço. Com esses pontos definidos é possível saber o que e como iluminar de forma funcional e bonita.

O posicionamento das luminárias deve ser pensado de acordo com a decoração, sempre levando em conta o aspecto funcional do cômodo. É importante descobrir o tipo ideal de lâmpada para o efeito de iluminação desejado e o posicionamento ideal que ela deve ter.   As características do produto devem atender às necessidades do ambiente. Sendo assim, separei algumas dicas úteis que podem ajudar na hora da escolha.

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Na cozinha, é preciso enxergar com precisão os alimentos. Por isso, iluminar as bancadas
de trabalho é o ideal. Lembre-se sempre de evitar pontos de sombra.

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Na Sala de Estar ou TV, por ser um ambiente que atende a
diversas situações, o ideal seria ter vários tipos de iluminação,
como: luz central, indiretas e complementares. O interessante
também é o uso de um dimmer, para controlar a intensidade
de luz de acordo com a necessidade.

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No quarto, a luz uniforme e indireta é a que dá melhor resultado. Sancas de gesso ou mesmo um
lustre, jogando a luz pro teto, traz aconchego para este ambiente, mas pense também em um abajur
para leitura ou pendentes instalados acima dos criados-mudos.

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No escritório a iluminação deve ser focada em alguns pontos: nos livros e estantes e na mesa
de trabalho. Mas também é preciso evitar o ofuscamento. Lâmpadas refletoras, por exemplo,
podem incidir sobre a tela do computador e deixar o ambiente mais cansativo.

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Se você gosta de brincar com diferentes cenas de iluminação, a sala de jantar é o melhor lugar. Algumas opções de cena são: lustre pendente central em cima da mesa, embutidos no gesso com iluminação focada para quadros ou paredes, sancas de gesso, ou seja, varias iluminações para você usar de acordo com a necessidade.

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No banheiro a iluminação deve ser uniforme e intensa, principalmente na
bancada da pia. As lâmpadas refletoras devem ser evitadas a todo o custo
porque criam sombras no rosto. Para o banheiro são indicadas luminárias
com acrílico leitoso, vidro leitoso ou lâmpadas difusoras, como a fluorescente.

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Áreas ao ar livre como jardins, terraços, varanda ou a própria fachada
da casa, devem ser igualmente bem iluminada. A iluminação para exteriores
é ideal para chamar a atenção para peças de decoração de jardim e também
por questões de segurança.

É importante pensar na quantidade de luz realmente necessária em cada cômodo. Muitos projetos exageram na quantidade de lâmpadas que, muitas vezes, focam em espaços que não precisariam de tanta luz e deixam escuros locais que deveriam ser mais iluminados. Por isso, um bom projeto de iluminação, compatível e coerente com seus ambientes, trariam mais conforto e satisfação.

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ComportamentoRecentes

SÍNDROME DO NINHO VAZIO

Praticamente desde o nascimento dos filhos os pais se preparam para a fase da universidade, com o objetivo deles alcançarem o sucesso profissional. Mas quando é chegada a hora deles então partirem para iniciarem seus próprios voos, é inevitável o sentimento de perda e vazio, denominado como síndrome do ninho vazio

Terminando os vestibulares, saindo os resultados, comemorando a entrada do filho na Universidade. Pronto! É chegada a hora dele ir embora. Essa é uma situação de muita insegurança para pais e filhos.

Para que as famílias não se sintam perdidas é necessário o diálogo para planejarem o futuro e assim, essa transição será bem conduzida e vivenciada com mais tranquilidade e equilíbrio.

Os pais ficam aflitos, pensando se vão conseguir manter esse filho fora de casa. Cada família tem sua realidade financeira, e isso precisa ser levado em consideração na tomada de decisão.

Mas ver um filho sair de casa para estudar, morar sozinho, costuma causar sentimentos distintos nos pais: felicidade, orgulho, porém, uma estranheza mesclada à dor que os especialistas costumam denominar de síndrome do ninho vazio.

A síndrome do ninho vazio é um processo de adaptação. Cada pessoa sente de forma singular as transformações que acontecem na rotina. Não importa que os pais saibam que seu filho está bem. Emocionalmente, há uma forte perda, sobretudo, um processo de luto vivido por esses pais e muitas vezes pelo jovem. Nesse caso, é preciso reconhecer essa dor, vivenciá-la e aceitá-la, para então, superá-la.

Essa etapa evolutiva faz com que os pais se sintam profundamente abatidos, gerando problemas físicos e emocionais. Geralmente os sintomas mais frequentes são tristeza, vazio, sensação de inutilidade, incapacidade de concentração, fadiga, preocupação excessiva e até sentimento de culpa quando a relação entre pais e filhos é tensa.

É necessário ter flexibilidade e criatividade para estabelecer uma nova organização familiar. É hora de aceitar cada membro da família como indivíduo independente e com suas necessidades, seus pontos fortes e as suas falhas.

Nada vai substituir a saída dos filhos, mas é preciso entender que a fase da vida mudou, e se a pessoa não buscar outras fontes de prazer ela pode desenvolver muitas doenças. Não é para ignorar os sintomas, mas sim aceitar a do e a saída dos filhos, se adaptarem a essa mudança e dar um novo sentido à vida. É importante cada um encontrar novos interesses e atividades, como trabalho voluntário, cursos, jogos, academia, viagens e alimentar a vida social, para uma melhor superação da “perda”.

Uma ajuda profissional também ajudará a superar esse sentimento de vazio que pode acometer os pais e a possível insegurança nos jovens nessa nova fase de suas vidas.

Aparecida Cássia Oliveira Santos

CRP 06/125002

Psicóloga Clínica

99218 1661

Maicon dos Santos

CRP 06/123496

Psicólogo Clínico e Organizacional

99996 1192

 Rua São Paulo, 2531

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EventosRecentes

MAGIC TOUCH DETOX

A bem-estar fisio, dirigida pela fisioterapeuta Mara Carmen Mendes Klivinyi comemora aniversário de 5 anos com novidade: o MAGIC TOUCH DETOX, o tratamento das famosas

A Fisioterapeuta Maria Carmen Mendes Klivinyi, especialista em dermatofuncional, no dia 2 de dezembro recebeu clientes e amigos com um coquetel especial, cheio de delícias fit, para comemorar o aniversário de 5 anos de sua clínica, a Bem-Estar Fisio. Na ocasião, Maria Carmen apresentou um novo tratamento estético, o Magic Touch Detox, o queridinho das famosas, agora em São Joaquim da Barra.

O Magic Touch Detox é um tratamento com princípios diuréticos e termogênicos, voltado para a desintoxicação corporal: a pessoa elimina mais toxinas através das vias excretoras (suor e urina), limpa o organismo e perde peso. “Em uma só sessão, pode-se perder de 300 g a 1,5 kg. Depende do metabolismo da pessoa. Se ele for mais acelerado, perde mais”, conta ela.

Os benefícios não se resumem apenas na melhora dos contornos corporais, mas também com a eliminação de líquidos e toxinas, redução gradual da celulite, melhora da circulação sanguínea é relaxante e totalmente indolor. “Já temos pacientes que estreiaram a técnica e estão muito satisfeitas com o resultado. Tem pessoas que procuram O Magic Touch Detox para se preparar para um evento, por exemplo, e aquelas que estão em um processo de perda de peso”.

A Bem-Estar Fisio está localizada à Rua Alagoas, 101, Centro. Telefone para contato é (16) 3728-4229.

 

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ComportamentoRecentes

Mas, afinal, o que querem as mulheres?

No passado as mulheres não tinham muitas escolhas, tampouco, demonstrar pensamentos ou desejos. Hoje, conquistaram uma independência que muitas vezes faz com que se sintam perdida com tamanha liberdade

 Por Adriana Meneghini

 Começo nossa conversa com a célebre frase de Freud (o fundador da Psicanálise), sobre como ele considerava enigmática e de difícil compreensão a psique feminina. A Psicanálise nasce a partir do estudo de Freud sobre as histéricas da época (séc. XIX ), sobre o que afligia as mulheres. Por que sofriam tanto?

Freud, assim como qualquer pensador foi marcado por seu contexto histórico e nesse momento o mundo era ainda mais machista e havia pouquíssimo espaço para a mulher. Nessa época, as mulheres não podiam demonstrar nenhum pensamento, sentimento, muito menos desejos, inclusive os sexuais. A mulher, então, não tinha nenhuma voz ou poder sobre si mesma, ficava praticamente à mercê das regras e convenções de uma sociedade machista e patriarcal.

De lá para cá, podemos falar que nós mulheres alcançamos mais espaço, não somente na sociedade, mas também em relação a nós mesmas, as nossas escolhas, a quem queremos ou não ser, com quem queremos estar ou não.

Naquela época, nossa voz era suprimida e abafada, mas e hoje? O que nós mulheres queremos? No consultório, percebo algumas queixas como: mulheres com dificuldades em unir suas conquistas (pessoais e profissionais) a sua vida amorosa. Quantas mulheres bem sucedidas relacionam-se com parceiros que as devastam emocionalmente, que desrespeitam suas escolhas e que limitam a possibilidade de crescimento emocional. Por que mulheres tão capazes e independentes escolhem parceiros que as tolhem? Que as diminuem?

É como se tivessem ficado com a herança machista de que mulher sempre deve ser menos, aceitar seu papel de coadjuvante e quando são elas mesmas, livres e independentes, isso parece gerar culpa. Outra queixa recorrente é a extrema exigência de que não basta ser mulher, tem que ser super mulher, super mãe, super profissional, super esposa etc.

A independência nos traz a possibilidade de assumirmos novos e mais papéis. Antes, no máximo, poderíamos sonhar com o posto de esposa e dona de casa. Hoje podemos trabalhar fora de casa, escolher se queremos ter filhos ou não, se queremos casar, etc.

Muitas mulheres sentem-se perdidas e apavoradas com tal liberdade, pois vieram de uma educação mais rígida e também administrar tantas funções e papeis gera mais dificuldades. Outras conseguem desfrutar e lidar melhor com essa liberdade, conquistam seus ideais e encontram parceiros que conseguem lidar com essa nova mulher, homens mais dispostos a dividir a vida, os papéis, que ajudam na educação dos filhos, que não se sentem diminuídos em  relação  a sua masculinidade, mas ao contrário, se sentem fortalecidos, por poderem estar com companheiras felizes e bem sucedidas.

O que queremos, afinal? Acredito que queremos a liberdade de nos desenvolver como seres humanos, como pessoas e a partir disso fazer nossas escolhas, calcadas, não em algo imposto ou dito como certo, mas de acordo com o que pensamos e sentimos como sendo o melhor para nós mesmas.

ADRIANA DE SOUSA MENEGHINI É PSICÓLOGA CLÍNICA ESPECIALISTA EM PSICANÁLISE. TEL.:(16) 9.9995-8076

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ComportamentoRecentes

OBESIDADE CEREBRAL

Assim como a obesidade física traz seus males, a obesidade cerebral também traz seus prejuízos, sobretudo, a ausência de habilidades sócio-emocionais

 Por Gerson Curt

Gostaria de iniciar esta matéria falando rapidamente sobre um tipo comum de obesidade: a obesidade física, que consiste no acúmulo de gordura no corpo, ou seja, consumir mais e queimar pouca energia. Esse ganho de gordura, logo adiante, será a causa de muitos outros problemas relacionados à saúde e qualidade de vida, enfim.

A questão é que obesidade cerebral tem praticamente o mesmo princípio, pois está relacionada ao acúmulo de informações e ao pouco exercício desse teor no nosso dia a dia. Muito conteúdo, pouca prática! A busca excessiva e indiscriminada por informações, leva o indivíduo a sentir-se estafado, e assim, como a obesidade física traz seus males, a obesidade cerebral também traz seus prejuízos.

De acordo com o que nos acontece, alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, pois, estão presentes a todo o momento, seja no acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos de videogame ou excesso de TV.  Isso faz com que perdemos as habilidades sócio-emocionais mais importantes: se colocar no lugar do outro, pensar antes de agir, propor e não impor as ideias, aprender a arte de agradecer. É preciso aprender a cuidar, a proteger nossas emoções para que fiquemos livres de transtornos psíquicos no futuro.

Há um grande risco na busca excessiva de informações, pois muitas vezes, essas informações estão desacompanhadas de conhecimento. Temos contato com muito conteúdo, mas na verdade retemos pouco (ou quase nada) daquilo que lemos ou temos acesso. Conclusão: vamos nos tornando pessoas intolerantes e superficiais.

A mente hiperestimulada empobrece a emoção rapidamente. Vemos milhões de jovens envelhecendo, com dificuldade de contemplar o belo, de ver a própria existência como um espetáculo, de se relacionar e apreciar o simples. Ocorre uma contração da autoestima. A geração da era da indústria do lazer é a mais triste de que se tem notícia. Com isso, vivem e se relacionam de forma descompensada. Poucos sonham. Quase não agem com autonomia e equilíbrio. Dificuldades nas escolhas. Procrastinam (deixam para depois o que deveriam fazer agora), vivenciando depois uma sensação de culpa, perda da produtividade, frustração e vergonha em relação aos outros por não cumprir suas responsabilidades e compromissos. Experiências fúteis que não geram aprendizado, nem tão pouco crescimento e mudança alguma.

É necessário “queimar” essa gordura mental! Precisamos passar pelo tão necessário processo de desintoxicação cerebral. Nós podemos escolher, estamos aptos a fazer isso todos os dias. Essa liberdade nos foi dada. Aprenda com suas experiências, faça escolhas inteligentes e mude o que for necessário. Mas só se você quiser ser melhor. De fato, melhor do que é hoje.

GERSON CURT É PSICÓLOGO CLÍNICO E ORGANIZACIONAL (CRP 06/11375).

ATENDE ADOLESCENTES, CASAIS E FAMÍLIA.

ATUA AINDA COMO COACH (LIFE & EXECUTIVE COACHING) E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO.

CONSULTÓRIO: PRAÇA 7 DE SETEMBRO, SALA 1, 1º ANDAR. SÃO JOAQUIM DA BARRA.

TEL.: (16) 9.9387-0777

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RecentesSaúde

A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE BUCAL ÀS MULHERES

A saúde bucal é uma questão muito importante, principalmente para as mulheres, você já ouviu falar dos riscos que uma gengivite pode trazer na gravidez? A higiene bucal e acompanhamento odontológico periodicamente podem prevenir várias doenças, seja na adolescência, gravidez e até na menopausa. Confira as dicas da cirurgiã-dentista Andréa Romanelli

Durante o ciclo de vida da mulher existem influências hormonais que podem causar alterações nas respostas dos tecidos orais e periodontais, dessa forma, é muito importante que o cirurgião dentista adapte e apropriadamente altere a terapia de acordo com a necessidade individual das mulheres, com base em cada estágio do ciclo da sua vida.

A puberdade é frequentemente acompanhada por uma resposta exagerada da gengiva à placa bacteriana. Em locais onde restos alimentares, placa e cálculo são depositados, pode haver aumento dos tecidos gengivais, sangramento e inflamação.

A gravidez altera a gravidade de áreas previamente inflamadas, a doença periodontal pode alterar a saúde sistêmica da paciente e afetar o bem-estar do feto, por elevar o risco de parto prematuro e de bebês com baixo peso ao nascimento. A ocorrência de gengivite gravídica é muito comum, porém, vale ressaltar que tanto a puberdade, quanto a gravidez, por si só não causam gengivite na ausência de fatores locais. Mulheres que planejam engravidar devem fazer uma consulta odontológica previamente à gestação para deixar a saúde bucal em dia, e as mulheres grávidas devem evitar tratamento dentário eletivo no primeiro trimestre e nos últimos 45 dias da gestação, sendo o segundo trimestre o mais seguro para realizar o tratamento dentário de rotina.

A realização de profilaxias durante a gravidez ajuda a prevenir e minimizar possíveis doenças bucais em pacientes previamente tratadas. As mudanças orais durante a menopausa incluem mucosa mais fina, ardência bucal, retração gengival, diminuição do fluxo salivar, alteração do paladar e perda óssea e são atribuídas às flutuações dos hormônios sexuais.

Dessa forma é de extrema importância que as mulheres, independente do seu estágio de vida, tenham uma higiene bucal satisfatória e façam acompanhamentos periódicos com o dentista, a fim de evitar o agravamento de condições periodontais pré-existentes e suas consequências para a saúde bucal e sistêmica.

Dra. Andréa Romaneli, Cirurgiã Dentista

Avenida 11, 12 Centro, Orlândia.

Tel (16) 3726-3277 e 9-92939293

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Aposentadoria não é um tema simples

Qual é a melhor aposentadoria?

 Veja vantagens de cada tipo

Aposentadoria não é um tema simples, ainda mais com a recente mudança de Lei, que permite fazer o cálculo da aposentadoria sem o uso do fator previdenciário. Desta forma, atualmente há vários tipos de aposentadoria, cada uma delas tem vantagens e, algumas, têm desvantagens.

Só a sua idade e tempo de contribuição podem dizer qual a melhor aposentadoria para você, além do seu desejo. Alguns preferem se aposentar mais cedo, ganhando menos. Outros podem esperar um pouco mais, para garantir um valor melhor. A decisão cabe a cada um.

Entrevistamos os advogados especialistas em Direito Trabalhista e Previdenciário, Dr. Cleis Mattos e Dr. Roni Ceribelli, que esclarecem várias dúvidas e nos ajudam a entender as vantagens de cada tipo de aposentadoria.

Como escolher fator previdenciário, aposentadoria por idade ou fórmula 85/95?

Depende de cada caso: o sexo, a idade e o tempo de contribuição. É possível se aposentar mais cedo, mas ganhando menos, ou esperar alguns anos para ganhar a aposentadoria integral.

Exemplo: considerando um homem de 55 anos de idade e 35 de contribuição em 2015, com uma aposentadoria integral de R$ 3.000,00. Hoje, ele ainda não pode se aposentar nem por idade (ainda não tem 65 anos) nem pela nova fórmula (a soma de sua idade e tempo de contribuição é 90, e precisa de 95). O único jeito deste homem se aposentar em 2015 seria com o fator previdenciário, nesse caso, ele não teria aposentadoria integral e perderia dinheiro. O fator previdenciário dele hoje é de 0,7. Assim, ganharia R$ 2.100 de aposentadoria, 42,8% a menos que a integral.

Para ganhar a integral, ele poderá esperar:

  • 6 anos pelo fator previdenciário. Em 2021, o fator previdenciário dele será de 1,051. Assim receberá R$ 3.153 (pelo fator é possível ganhar acima da aposentadoria integral);
  • 10 anos pela aposentadoria por idade.Se fosse pela aposentadoria por idade, ele receberia R$ 3.000 em 2025, quando tiver 65 anos. No entanto, o que vale sempre é o valor maior. Nesse caso, portanto, valeria o fator previdenciário, já que ele teria direito a R$ 4.137;
  • 3 anos pela nova fórmula. Em 2018, ele poderá se aposentar recebendo R$ 3.000. A soma de sua idade com o tempo de contribuição será 96. Naquele ano, a fórmula que valerá será a 85/95.

Como é possível ver, o jeito mais rápido de ele conseguir a aposentadoria integral é com a nova fórmula.

Qual é a vantagem da regra 85/95(nova regra)?

A principal vantagem da fórmula 85/95 é que o fator previdenciário não é utilizado. Por causa disso, para algumas pessoas, é possível atingir o valor integral da aposentadoria mais cedo do que se fosse pelo fator previdenciário. Os números 85 e 95 representam a soma da idade da pessoa e do tempo de contribuição dela para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). 85 é para mulheres, e 95 para homens. Isso não quer dizer que a mulher precise ter 85 anos de idade e o homem, 95 anos. É a soma da idade com o tempo de contribuição. Por exemplo, se uma mulher tem 55 anos de idade e 30 anos de contribuição, ela pode se aposentar porque a soma dos dois valores dá 85 (55 + 30). No caso de um homem, ele poderia se aposentar, se tivesse, por exemplo, 60 anos de idade e 35 anos de contribuição (60 + 35 = 95).

Essa combinação pode variar conforme o caso de cada pessoa. O importante é a soma dar 85 (mulheres) ou 95 (homens). Mas é obrigatório ter um mínimo de contribuição: 30 anos de contribuição para mulheres e 35 para homens. Por exemplo, um homem de 59 anos de idade e 36 anos de contribuição pode se aposentar (59 + 36 = 95). Mas se ele tivesse 61 anos de idade e 34 de contribuição, não poderia, mesmo com a soma dando 95 (34 + 61). Isso porque ele não atingiu o tempo mínimo de contribuição para homens (35 anos).

A fórmula vai ser sempre 85/95?

Não. Esses valores vão aumentar ao longo do tempo, levando em conta a expectativa de vida do brasileiro. 85/95 vai valer até 2018. Depois vai aumentando, até 2027, quando será 90/100. Veja como será a mudança nos próximos anos:

  • 2015 a 2018: 85 para mulheres / 95 para homens;
  • 2019 a 2020: 86 (mulheres) / 96 (homens);
  • 2021 a 2022: 87 (mulheres) / 97 (homens);
  • 2023 a 2024: 88 (mulheres) / 98 (homens);
  • 2025 a 2026: 89 (mulheres) / 99 (homens);
  • 2027: 90 (mulheres) / 100 (homens).

 

Qual é a vantagem do fator previdenciário?

O fator previdenciário é pior para quem se aposenta mais jovem, que vai ganhar uma aposentadoria menor. Porém, para quem é mais velho e contribuiu por muito tempo, o valor pode ser até mesmo, maior do que o da aposentadoria integral.

 Como funciona a aposentadoria por tempo de contribuição com fator previdenciário?

A aposentadoria por tempo de contribuição com fator previdenciário leva em conta apenas o tempo que o segurado (trabalhador que contribui com o INSS) contribuiu para que ele possa pedi-la. Para conseguir essa aposentadoria, é preciso ter 35 anos de contribuição, no caso dos homens, e 30 anos, no das mulheres. Isso não depende da idade que a pessoa tem.

Para calcular o valor que o aposentado vai receber, nesse caso, é feita uma média dos 80% maiores salários que ele recebeu desde julho de 1994, ajustado pela inflação. O resultado dessa conta é o que seria a aposentadoria integral. Esse valor da aposentadoria integral vai ser multiplicado pelo fator previdenciário. O resultado dessa multiplicação vai ser o valor da aposentadoria que a pessoa deve receber. O limite mínimo de tempo de contribuição é menor para professores: 30 anos para homens e 25 para mulheres. Você pode simular sua aposentadoria no site da Previdência.

 O que é o fator previdenciário?

Criado em 1999, o fator previdenciário é um número, resultado de uma fórmula, que é usado para evitar que a pessoa se aposente muito cedo. Se parar de trabalhar mais jovem, ganha menos aposentadoria. A fórmula usada para chegar ao fator leva em conta o tempo de contribuição até o momento da aposentadoria, a idade do trabalhador na hora da aposentadoria e a expectativa de anos que ele ainda tem de vida, além da alíquota, que é fixa e atualmente é de 0,31.

Exemplo: o fator previdenciário de um homem de 55 anos, com 35 anos de contribuição, é de 0,7. Se a média salarial desse homem é R$ 3.000,00 a aposentadoria vai ser R$ 2.100,00 (0,7 X 3.000 = 2.100). Se esse mesmo homem se aposentar aos 65 anos, com 45 de contribuição, o fator previdenciário vai ser 1,379. Assim, a aposentadoria dele seria de R$ 4.137, maior do que sua média salarial, de R$ 3.000,00.

O fator previdenciário é ruim?

O fator previdenciário é pior para quem se aposenta com pouca idade. Quanto mais cedo a pessoa se aposentar, pelo fator previdenciário, menor vai ser o valor da aposentadoria dela. Por outro lado, a aposentadoria pelo fator previdenciário é a única forma de cálculo em que o aposentado consegue ganhar mais do que o valor de sua aposentadoria integral, dependendo do tempo que ele contribuiu com o INSS.

Qual é a vantagem da aposentadoria por idade?

A aposentadoria por idade é melhor para quem tem pouco tempo de contribuição com o INSS quando atinge a idade mínima para se aposentar (60 anos para mulher e 65 para homem). Por exemplo, se uma mulher se aposentar aos 60 anos, com 15 de contribuição, e aposentadoria integral no valor de R$ 3.000,00 a sua aposentadoria será de R$ 2.550 (85% da integral).

Essa mulher não tem o tempo mínimo de contribuição para conseguir a aposentadoria por fator previdenciário, que é de 30 anos para mulheres. Ela também ainda não atingiu 85 pontos, número necessário para conseguir pela nova fórmula, porque a soma de sua idade com tempo de contribuição é igual a 75. Então, para essa mulher, o único jeito de se aposentar aos 60 anos é pela idade.

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